segunda-feira, 25 de fevereiro de 2008

Confissões de toilette

Desde bebê, fui avisada que meu banheiro seria em um amontoado de jornais. Bastava um xixizinho fora que eu ouvia berros. Falaram tanto na minha orelha que aprendi. Mas isso me gerou um sufoco, pois na hora de passear, se me desse vontade, eu tinha faniquito de voltar correndo pra casa, a fim de encontrar o alívio no jornal.
Depois, passamos a sair passear na companhia do saquinho, e eu vi que podia também fazer no asfalto. Reparei que o bairro está lotado de gente que não leva o saquinho, e, quando isso acontece, tudo fica lá, enfeitando nosso caminho. Ou pior, gente que leva o saquinho, cata o negócio e joga o saco recheado no meio da caminhada (!), como se, dentro de um plástico, tudo misteriosamente se diluísse.
Com ou sem plástico, Perdizes virou um grande trono.

2 comentários:

Bruno disse...

Ainda bem q usa mãe lhe ensinou direito, sem ela vc teria acabada com o resto da casa (isso se vc deixou alguma parte da casa inteira), pelo menos molhada não...
mas acho q vc deveria molhar um pouco a casa, se vinga dela vai!! Mas não conta q te escrevi isso. Poxa, deixar vc tanto tempo assim londe de casa, maldade da sua màe hein... mas não dá muito trabalho p ela quando vc voltar, sua mãe me disse, mas não era p te contar. Ela esta trabalhando muito p trazer vc de volta logo, essa sua estadia na casa da avó, não é por acasso. Fica tranquila q logo mais vc volta a sua verdadeira casa e diz p ela q vc fez um novo amigo humano em seu bolg e quer conhece-lo. Uma lambida p vc e um bjao p sua mãe!!!!

Bruno disse...
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